quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CURSO GERENCIAMENTO DE PROJETOS - REVISTA VIVER IFRS 5ed


Neste mês, saiu a quinta edição da Revista Viver IFRS e um de seus relatos de experiencia trata do curso de Gerenciamento de Projetos em Multisseguimentos  ministrado em 2016 pelos professores e sócios da Fives , Antônio Valente e Victor Aires.


Clique no link abaixo e confira!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

SWOT – UM RAIO X DO NEGÓCIO

Para sobrevivência das empresas no mercado atual, a visão estritamente focada nos custos e na qualidade já não é suficiente, nem tampouco conhecer sua concorrência garante o sucesso ou a permanência no mercado. Tão importantes quanto tais fatores, está o nosso autoconhecimento como profissional e empresa. Diante disso, necessitamos compreender onde nossa empresa acerta, onde erra e quais as oportunidades e os perigos que o mercado nos apresenta e de que forma iremos reagir a isso. Em um projeto não é diferente, podemos ter planejamentos de escopo, tempo, custos, qualidade, entre outros muito bem elaborados e definidos, porém sem uma análise crítica do projeto relativa a seus prós e contras, seus riscos e oportunidades ficaram em uma situação delicada de incertezas ou desconhecimento que podem afetar os resultados parciais ou finais do projeto.
Para auxiliarmos a estruturar estas informações, permitindo que tenhamos uma visão mais objetiva do que devemos enfrentar sob um olhar de negócio ou ao realizarmos um projeto, podemos contar a Análise SWOT.
Esta ferramenta cujo principal objetivo é avaliar situações internas ou externas ao projeto, ambiente ou empresa de forma a possibilitar uma fotografia dos mesmos analisando a estratégias que possibilitem intensificar pontos positivos e mitigar ou eliminar os negativos.
SWOT é uma sigla de palavras inglês que significam Strengths (pontos fortes), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças) ao projeto, negócio ou empresa. De forma simples, o uso da matriz ou análise SWOT se dá através da identificação, da enumeração destas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças preenchendo-se a matriz, para tanto algumas perguntas devem ser respondidas:
·         S – PONTOS FORTES: Quais são os pontos fortes de meu projeto ou negócio?
·         W – FRAQUEZAS: Quais são os pontos fracos de meu projeto ou negócio?
·     O – OPORTUNIDADES: Quais são as oportunidades existentes para meu projeto ou negócio?
·         T – AMEAÇAS: Quais as ameaças para meu projeto ou negócio?


À primeira vista responder tais questionamentos preenchendo a matriz SWOT é algo aparentemente simples, entretanto costuma-se cometer alguns erros durante estes questionamentos, tais como:
 ·         Ser otimista demais em relação ao negócio, prejudicando a identificação correta dos pontos fortes e fracos;

·         Identificar oportunidades em demasia que acabam por nos estar ao encontro da estratégia ou política da empresa;
·         Não conseguir identificar com clareza as ameaças oriundas da concorrência, fator este muito influenciado pelo excesso de otimismo;

Mas supondo que preenchi a matriz corretamente, e agora? O que faço?
Embora muito importante, a elaboração da matriz é somente um passo inicial na estratégia do negócio, ela nos dá uma fotografia atual da empresa, entretanto sozinha não faz milagres e não garante o sucesso. De posse desta matriz o gestor deve juntamente com sua equipe fazer uma análise estratégica de todos os pontos, buscando, em alinhamento com cultura da empresa, soluções ou ações que intensifiquem os pontos positivos e minimizem ou eliminem pontos negativos. Paralelo a isso, deve-se buscar estratégias para combater as ameaças e desenvolver e implantar oportunidades identificadas. Se tais ações forem tomadas, e novas análises SWOT forem feitas periodicamente, a probabilidade de êxito para empresa será maior, gerando ganhos a mesma bem como a os demais envolvidos no projeto.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A LINGUAGEM CORPORAL VERSUS A GESTÃO DE PROJETOS

Aqueles que, e me incluo nesse grupo, costumam assistir séries, seja pela TV aberta, à cabo ou pelos serviços de streaming, talvez já devam ter se deparado com a já extinta série Lie To Me (no Brasil também conhecida por: Engana-me se puder) cujo personagem principal ajuda a FBI a desvendar crimes através da leitura da linguagem corporal e de micro expressões faciais sem, por muitas vezes, necessitar que o suspeito fale qualquer palavra. À primeira vista tal feito parece impossível, entretanto se removermos da equação o “Efeito Hollywoodiano do Exagero”, ler expressões faciais, linguagem corporal é uma arte, uma ciência.
Se olharmos nossa vida, tanto pessoal quanto profissional, conhecer tais habilidades de “leitura” podem nos ajudar em inúmeras situações, como por exemplo em uma reunião de trabalho onde a postura do nosso chefe ou cliente pode indicar posições favoráveis ou não ao que se está sendo exposto, nos possibilitando de tomar decisões sobre qual rumo seguir.
A leitura da linguagem corporal é algo extremamente complexo, entretanto nós, meros leigos no assunto podemos aprender pequenos truques que nos ajudariam muito na gestão de nossos projetos. Braços cruzados, por exemplo, pode ser indicativo de resistência a uma ideia proposta, enquanto que uma posição de relaxamento em uma cadeira (jogado para trás) pode indicar uma maior receptividade por parte do cliente. É correto também afirmar que somente a leitura corporal isoladamente pode estar sujeita a falhas de interpretação, logo devemos olhar o contexto geral: onde estamos, qual assunto está sendo discutido, qual a posição anterior do nosso cliente, entre outros. Logo, cabe ao observador, analisar tais contextos e aliado a leitura corporal traçar sua estratégia de ação.
Enfim, podemos não estar em uma série ficcional, ou ter nos dedicado anos a fio para estudar a linguagem corporal e expressões faciais, entretanto com um pouco de estudo da tal linguagem[1], associado à nossa experiência de vida e técnica e, principalmente com a apresentação, para nossos líderes ou clientes, de um projeto elaborado dentro das boas práticas de gerenciamento teremos maiores probabilidades de apoiar e desenvolver a equipe, conhecer melhor as partes interessadas e gerar como resultado um projeto mais assertivo e eficiente.



[1] Um livro muito interessante sobre o assunto é: O Corpo Fala, de Pierre Weil e Roland Tompakow

Benchmarking - Charges Fives #13